
Este final de semana, pensando sobre a função da arte, lembrei de um texto que escrevi o ano passado que conseguiu explicar muito sobre o assunto:
"O artista é a própria arte. É a disfunção ou a função extremamente acelerada do pensamento. Objetiva provocar emoções e levar o público a refletir. O objeto utilizado em uma manifestação artística pode ser tudo que se pode imaginar, das coisas mais banais às mais sofisticadas, qualquer que seja o ser ou o objeto, existente ou inexistente no universo, mas que possivelmente imaginável. Em que qualquer coisa pode ser transformada em seu oposto, algo linear pode se interromper ou se perder. (...) Então, a arte em si não existe, o que realmente há, é o artista". (Fernanda Fernandes)
Faz completo sentido. Não acha?
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