4 de jan. de 2018
É 2018... e agora?
Os meses de Agosto e Setembro nem preciso dizer que minha vida foi baseada em ensaio para "O Rei Leão", venda de ingressos para eventos de arrecadação para o espetáculo e também de ingressos para o espetáculo. Descrição do mês de Outubro: O Rei Leão! Levantei com o Rei Leão, almocei com ele, dormi (quando deu tempo) com o Rei Leão. A maratona de apresentações levou os nossos limites ao extremo em vários sentidos tanto positivos, quanto negativos. Sua energia parece que vai acabar, mas aí chega o momento daquela sua cena favorita e o público troca uma positividade maravilhosa com a gente. Foi-se embora o sono, a fome, o cansaço, a saudade da sua casa, o incômodo de sentar no chão; tudo desaparece. Apenas fica aquele sorriso no rosto e o cumprimento fraterno no corredor dos bastidores! Isso vale a pena. Ao chegar Novembro, a loucura aumentou: projeto de Oratória, reapresentação de "O Rei Leão", ensaios finais de "A Pequena Sereia", desencontros fraternos. Poucas semanas para dar conta de todo o recado que estava quase para um romance do que um pequeno recado. Meu corpo sentiu o baque, reclamou. Dores fortes, viagens, ensaios longos,e... bolhas de sabão. Novembro fechou com a partida de alguém que muito me influenciou no campo das letras e das artes; por isso, 10 de Dezembro me permiti declarar férias. Dezembro me trouxe surpresas boas, união e desunião (mas quem importa sempre permanece). Terminei o ano sabendo exatamente o que esperar e como agir em 2018. Em momentos complexos é possível identificar o que verdadeiramente você representa para as pessoas ao seu redor. O esforço nunca é em vão. Algumas experiências de 2017 serviram para encerrar ciclos com convicção. Meu planejamento para este ano começa agora, tenho apenas um pouco mais de um mês para definir minhas próximas rotinas (que obviamente podem sofrer alterações). A capricorniana aqui não consegue viver sem cobranças, então, mesmo em meio ao descanso merecido das "pseudoférias" (que terminam esse mês), não está de lado afazeres e preocupações. Estou na luta contra a ansiedade e esse excesso de preocupação. Sei que é preciso soltar, relaxar, recarregar as baterias para o que está por vir. Continuo seguindo em busca da minha melhora diária. Avante!!!
Ps.: imagem de um momento dadaísta (arte do nada) da semana passada.
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